CONGRESSOS/2015


1) XXVI Enangrad - Encontro Nacional de Cursos de Administração - Foz do Iguaçú (Paraná)
http://www.angrad.org.br/novidades/enangrad-2015-sera-em-foz-do-iguacu/3999/

2) XIV Fórum Internacional de Administração - Rio de Janeiro - 18 a 20 
http://www.fia2015.com.br/

3) XXVII Simpósio Brasileiro de Política e Administração da Educação - Olinda (Pernambuco) 8 a 10 de abril

http://www.anpae.org.br/simposio2015/#/submissao

suGESTÃO

Até agora, o homem viveu alicerçado em um modelo mental submetido à acumulação dos fatores de produção tangível (terra, trabalho e capital), como condição sine qua non de sua existência. Com base no modelo de gestão do lucro pelo lucro, a acumulação patrimonial era a única forma de demonstrar os resultados da lucratividade e, consequentemente, do sucesso organizacional. Os empregados, por sua vez, estavam a serviço de colimar os objetivos desse modelo mental. Assim, os organogramas, as rígidas regras e o pagamento de salários eram as únicas formas de compensação conhecidas por essa mão-de-obra.
As teorias da Administração que priorizavam as técnicas de produção em detrimento do homem, começaram a cair em desuso nos tempos contemporâneos. Assim, o que se vislumbra no horizonte é uma Administração que considera o homem, sua natureza e sua cultura, que objetiva o bem-estar da organização, colaboradores no desenvolvimento da organização.
Este Blog é um espaço aberto para a promoção de discussão sobre pensamentos e ideias sobre Gestão.
Caso tenha interesse em colaborar com suas ideias entre em contato:
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Sônia Fonseca

Artigo

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O ENSINO SUPERIOR E AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS QUE INTERFERIRAM NO MODELO DE GESTÃO DAS IES ENTRE 1956 A 2002

FONSECA, Sônia – PUCSP, FCE

MAGINA, Sandra – PUCSP, FCE

Eixo Temático: Políticas Públicas e Gestão da Educação
Agência financiadora: Instituto Paulista de Ciências da Administração – IPCA

Resumo

Este artigo refere-se a uma pesquisa que teve por objetivo analisar a trajetória das políticas públicas voltadas para o Ensino Superior brasileiro, observando sua interferência, se é que houve, na gestão das Instituições públicas e privadas. A opção metodológica da pesquisa foi a bibliográfica, cuja fonte principal foram os censos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), focada em quatro momentos da história recente do Brasil: o primeiro, denominado de  intervalo desenvolvimentista, foca os anos de 1956 a 1964 e é o considerado como o período em que o País buscava cumprir as metas de desenvolvimento iniciadas em 1946, com a nova Constituição considerada bastante avançada para a época. O segundo, situado entre 1964 e 1984, chamado de Educação para a modernização conservadora, mostra um momento crítico na educação brasileira em função da repressão às liberdades intelectuais e culturais, abortando qualquer manifestação que contribuísse para uma educação emancipatória. O terceiro, compreendido de 1985 a 1994, estabeleceu-se entre o período de agonia do modelo conservador e a Nova República. Por último, o quarto período, nomeado por Neoliberal, e situado entre 1995 e 2002, aborda as grandes transformações legais no Ensino Superior e seus reflexos que são sentidos até os nossos dias, tanto na gestão das Instituições de Ensino Superior (IES), como nos resultados do processo ensino-aprendizagem nos cursos de Administração. Esses momentos são tratados na sua relação com o mercado de trabalho. O suporte teórico desta pesquisa vem dos escritos de FONSECA (2007), LESBAUPIN (1999) e SILVA (2001) e dos dados estatísticos dos períodos estudados fornecidos pelos censos do IBGE e Ministério da Educação. O estudo conclui que há um descompasso entre a evolução das teorias da gestão, sua aplicação pelas IES, em particular as de Administração, e os desestímulos às inovações promovidas pelas políticas públicas.


Palavras–Chave: Modelos de Gestão. Ensino Superior. Organização da Aprendizagem.